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	<title>Blocos comerciais da América Latina estreitam laços - Historial de revisiones</title>
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	<updated>2026-04-17T17:36:14Z</updated>
	<subtitle>Historial de revisiones de esta página en la wiki</subtitle>
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		<title>Admin: Página creada con «'''CLÓVIS ROSSI, FOLHA DE SAO PAULO, 22 DE AGOSTO DE 2014'''  O Mercosul vai se reunir, nos próximos dias, com a Aliança do Pacífico para discutir a aceleração da lib...»</title>
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		<updated>2014-08-22T13:11:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Página creada con «&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;CLÓVIS ROSSI, FOLHA DE SAO PAULO, 22 DE AGOSTO DE 2014&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;  O Mercosul vai se reunir, nos próximos dias, com a Aliança do Pacífico para discutir a aceleração da lib...»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nueva&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;'''CLÓVIS ROSSI, FOLHA DE SAO PAULO, 22 DE AGOSTO DE 2014'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mercosul vai se reunir, nos próximos dias, com a Aliança do Pacífico para discutir a aceleração da liberalização comercial entre os dois grandes blocos da América Latina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o encontro tem também uma dupla mensagem política embutida: pretende demonstrar que o Mercosul não está tão paralisado como julga a grande maioria dos analistas e, além disso, que a Aliança do Pacífico não é vista como rival do bloco do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande parte da mídia internacional vê os dois grupos como antagônicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela) é considerado protecionista, ao passo que o clube do Pacífico (Chile, Colômbia, México e Peru) é liberal em matéria comercial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No encontro dos próximos dias, a proposta do governo brasileiro será a de antecipar a completa desgravação do comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o Chile, já há acordo, até porque se trata de país associado ao Mercosul, embora não seja membro pleno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a Colômbia, de 55% a 60% do comércio já está livre de tarifas, e o livre-comércio total está previsto para 2018.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o Peru, o cenário é parecido: quase 70% das trocas comerciais já não pagam tarifas e se pretende chegar a 100% em 2019.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já com o México, há um acordo automotivo e um acordo de complementação econômica, que, no entanto, abrange poucos produtos, até porque o país norte-americano tem notórias dificuldades no setor agrícola, no qual o Mercosul é muito forte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Mercosul, a Aliança do Pacífico é um mercado extremamente atraente, com sua economia na altura de US$ 2 trilhões ou 35% da América Latina.&lt;br /&gt;
O Mercosul, pela presença do Brasil, é bem maior: US$ 3,3 trilhões ou 58% do PIB (Produto Interno Bruto) da América Latina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''490 MILHÕES'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for alcançado o objetivo do encontro (cunhar a marca Mercosul/Aliança do Pacífico como complementar e não como uma competição), o rótulo cobrirá, portanto, 93% da economia latino-americana, com quase 490 milhões de potenciais consumidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Brasil, especificamente, o mercado dos quatro da Aliança é atraente não só quantitativamente mas também qualitativamente: no primeiro semestre deste ano, os manufaturados representaram 75% das exportações brasileiras para o bloco, quando se sabe que uma das críticas permanentes que são feitas ao comércio exterior brasileiro é a concentração em produtos primários, de baixo valor agregado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''INTERCÂMBIO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo antes de implementada a plena desgravação, o comércio entre eles e o Brasil só faz crescer: pulou de US$ 10,789 bilhões em 2004 para US$ 26,922 bilhões no ano passado. Só no primeiro semestre deste ano, o intercâmbio já bateu em US$ 15 bilhões, o que faz supor que superará a marca de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A desgravação facilitará, naturalmente, a competição com a China, que avança avassaladoramente em mercados em que, pela proximidade, o Brasil deveria ter vantagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria e divulgado pelo jornal &amp;quot;Valor&amp;quot; mostra que, só em 2011, o Brasil deixou de vender US$ 5,5 bilhões com a perda de espaço no seu principal mercado, a América Latina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O montante equivale a 11% de tudo que o Brasil vendeu à região em 2011 e é a diferença entre o que o país efetivamente exportou e o que exportaria se tivesse mantido a mesma fatia de mercado que detinha em 2008.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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